Eliete M. M. Fagundes - Professora de homeopatia
 |  |  | Foto: Genética - Burns e Bottino - Replicação do DNA  |
A antibioterapia, largamente usada pela medicina alopática para pessoas na faixa etária de 0 a 90 anos, está sendo muito questionada, inclusive pelos próprios médicos. O uso indiscriminado está gerando problemas jamais imaginados. Dentre eles o principal é o de quem se automedica. Mas mesmo se for com receita, tem um grande número de médicos que não estão preocupados com o futuro do seu paciente, principalmente se for criança. E é exatamente este o principal ponto, o descendente ou o filho de quem foi medicado muitas vezes, desde criança, com medicamentos a base de antibiótico, sofre mutações genéticas. Essas modificações ocorrem desde o nível mental e emocional, mais difíceis de serem comprovados pela visâo atual da genética, até o nível físico, vastamente detectado pelos cientistas.
Existe uma preocupação muito grande acerca da baixa resistência imunológica que esses remédios provocam na pessoa e do alto índice de mutação genética que as bactérias, os vírus, os fungos, etc, desenvolvem para poderem sobreviver as altas doses. Quanto mais o antibiótico for forte, mais a pessoa enfraquece e mais os micróbios se fortalecem criando resistência, este processo ocorre com todos os seres vivos.
Está comprovado que quem fez uso indiscriminado destes medicamentos podem não responder satisfatoriamente aos mesmos em um caso mais grave, onde poderia sobrevir a morte por falta de outras opções de tratamento. Quanto mais a pessoa os usou, mais risco corre em casos de epidemias e mais frágeis ainda serão os seus filhos e netos. Com esses dados, os cientistas buscam opção de novos antibióticos seguindo a idéia do filme Parque dos Dinossauros, através da tentativa de criar novos remédios com DNA de mais de 50 milhões de anos atrás. O raciocínio principal se baseia no fato do homem ainda não existir nesta época, desta forma ele não criaria resistência a esses seres pré-históricos.
Será que isso realmente aconteceria? É a última esperança atual no afã desesperado de conter epidemias simples como da gonorréia, tuberculose, malária, etc, que, segundo os cientistas, se acontecessem hoje, bastariam para devastar a grande maioria da população mundial.
Graças a Deus a população está conhecendo novas alternativas e está usando o seu livre-arbítrio na escolha de um tratamento. Estão constatando que existem mais de 150 outras terapias não oficiais que ajudam a manter a saúde equilibrada com o sistema imunológico fortalecido e, consequentemente, preservando as gerações futuras. Tenha mais responsabilidade pela vida do seu filho e dos seus descendentes, não se automedique usando antibiótico e, na hora de procurar um médico, opte por aquele que tem mais consciência na hora de tratá-lo.
O nosso DNA é extremamente sensível e mutante, toda substância agressiva para o nosso corpo o modifica um pouco, sendo que algumas são altamente nocivas e produzem alterações imediatas na geração seguinte, não só alguns medicamentos fazem isso mas também a intensa poluição do ar das cidades, da água tratada e particularmente dos alimentos. Nossa integridade humana torna-se ainda mais ameaçada com os alimentos modificados genéticamente.
A manutenção da saúde é um todo, não teremos medo do futuro, porque o futuro será a libertação de tudo isso, sem a ameaça de epidemias ou doenças incuráveis que possam atingir os solos, as águas, as plantas, os animais e o homem.