GARRAFÃO HOMEOPÁTICO, DESPOLUIDOR DAS ÁGUAS

José Alberto Moreno – Geógrafo Homeopata

Eliete M. M. Fagundes - homeopata teorizadora da despoluição homeopática do ar, dos solos e das águas.


A ciência da homeopatia pode e deve ser aplicada nos seres vivos, humanos, animais, vegetais, e também nas águas, no solo e no ar.

Para a aplicação nas águas correntes o geógrafo homeopata José Alberto Moreno formulou o garrafão homeopático. Ver fotos ao lado.

PREPARO DA HOMEOPATIA NO GARRAFÃO

Lavar com água um garrafão de vidro ou plástico, que tenha sido de água mineral, vinho ou cachaça. (Não usar garrafões que tenham sido usados com produtos tóxicos ou químicos.) Enchê-lo com do seu volume com água natural, destilada ou mineral, não tratada quimicamente, e colocar 20 gotas de homeopatia escolhida, no garrafão. Fazer de 20 a 100 sacudidas, sucussões, para a água absorver a virtude curativa da homeopatia que foi colocada no garrafão.

Após preparar uma rolha e o garrafão colocado de boca para baixo, ele irá gotejar de meio em meio minuto ou de minuto em minuto em um pequeno curso de água, córrego, arroio, rio ou vertente (1). As gotinhas de homeopatia que forem gotejando no curso da água irão homeopatizar a água corrente a partir do ponto 1, quando as águas homeopatizadas encontrarem o curso de maior porte (2), ele ficará homeopatizado. O novo segmento homeopatizado, ao encontrar um novo curso dágua (3) irá gerar uma nova diluição, no trecho seguinte e assim sucessivamente. Ao alcançar o mar ou o oceano (4), uma parte deste ficará homeopatizado. Se um rio homeopatizado chegar ao mar em forma de delta, os canais do delta serão homeopatizados e uma área muito maior do oceano será homeopatizada. Da mesma forma se alcança uma baia.

TEMPO DE AÇÃO DO GARRAFÃO HOMEOPÁTICO


Prof. Moreno praticando o garrafão em Santana da Boa Vista/RS
Uma homeopatia, dependendo da substância, mantem-se por 48 horas a uma semana, se não foi preparada com álcool, que é o produto conservante. Como um garrafão, gotejando de meio em meio ou de minuto em minuto, dura de 2 a 5 dias, dependendo da freqüência do gotejamento e do tamanho da gota, acreditamos que teremos um sucesso no processo da homeopatização de quase 90%. Para se garantir 100% de sucesso deve-se agregar 10% de alcool no garrafâo para conservar a homeopatia, por até uma semana.

Aconselha-se a mudar a homeopatia cada vez que for preparado um novo garrafão. Não usar a mesma homeopatia mais de uma semana no mesmo ponto ou no mesmo curso dágua.

PRINCIPAIS HOMEOPATIAS PARA SEREM COLOCADAS NAS ÁGUAS CORRENTES:

1) A Homeopatia pode conservar as águas salgadas (oceanos e mares) e águas doces, águas correntes, age como preventivo da dengue, se colocado nas águas correntes.
2) A Homeopatia pode despoluir as águas. (Hahnemann, Mat. Méd. Pura, Ed. Robe). Caso sejam colocados garrafões homeopáticos gotejando nos cursos dágua poluídos, inclusive esgotos, e também de águas dormentes, (lagoas, represas, reservatórios) suas águas terão grande melhoria na sua qualidade, ela é antidespoluidora.
3) Homeopatias próprias para traumas emocionais e fisicos, das contusões gotejada nos rios vai beneficiar todos os seres vivos, plantas, animais e humanos da bacia hidrográfica homeopatizada.
4) Homeopatias preventivas da saúde dos seres vivos, irá melhorar a qualidade de vida de todos os seres vivos naquela bacia hidrográfica.
5) Substâncias homeopáticas constitucionais, trimiasmáticas, genéticas, para todos os seres vivos, humanos, animais e vegetais.

RECOMENDA-SE ALTERNAR A HOMEOPATIA CADA VEZ QUE FOR ESVASIADO O GARRAFÃO HOMEOPÁTICO E TROCÁ-LO POR COM NOVA HOMEOPATIA

HOMEOPATIAS PARA REGIÕES GEOGRÁFICAS ENDÊMICAS

Foto: Aerofoto Cruzeiro do Sul

Na foto aérea vê-se várias confluências. Quando o afluente de menor porte (1), homeopatizado, conflui com o rio maior (2), as águas do rio maior ao se misturarem com a do rio menor irão homeopatizar as águas do rio maior. Este processo, se iniciado nas pequenas cabeceiras ou nascentes, irá em cada encontro com um curso maior (3) homeopatizar o rio maior, até se alcançar o mar (4).

O garrafão homeopático colocado gotejando sobre qualquer afluente (ponto 1) da aerofoto, irá homeopatizar a água daquele segmento do rio, até o ponto 2, quando ocorrerá uma diluição homeopática. Este volume de água corrente homeopatizado atingirá o ponto 3 onde se dará outra diluição. As águas sob o efeito da nova diluição correrão até o mar, ponto 4, quando então as águas doces homeopatizadas irão homeopatizar as águas salgadas do mar. (Moreno)
Áreas palustres, com febre amarela endêmicas. Recomenda-se colocar a homeopatia nos cursos dágua onde reina a febre amarela, toda a bacia hidrográfica ficara homeopatizada. Quando o mosquito tramsmissor da febre amarela pousa na água homeopatizada este irá ser curado e perderá o poder de transmitir a febre amarela. Os humanos não precisarão de agredí-los com tóxicos e o mosquito viverá no seu habitat harmonizado e sem os maus efeitos da febre amarela.

Nas bacias hidrográficas onde reina a dengue, deve-se colocar a substancia nos garrafões homeopáticos. Irá funcionar da mesma forma que explicado para febre amarela. O mosquito Aedes Aegytpi ao pousar nas águas homeopatizadas e ficará equilibrado perdendo o poder de transmitir a dengue. Ao picar o humano depois de curado ele não mais transmitirá a dengue.

CÓLERA. Nas regiões onde reina a cólera colocar garrafões homeopáticos com a homeopatia . Recomenda-se não repetir com freqüência esta substância no mesmo ponto. Apenas uma vez em cada três meses. No máximo, quatro vezes ao ano, em um mesmo ponto, mas pode ser colocada em outros pontos, da mesma bacia hidrográfica. A água homeopatizada irá harmonizar o vibrião da cólera e ele perderá o poder de transmití-la.

Lugares com alta percentagem de SUICÍDIO, por causa da água captada onde há filões de ouro ou grande incidencia de metais pesados como chumbo, cadmio, arsenico, mercúrio, etc, devem ser homeopatizadas. As homeopatias serão transmitidas para a água e esta ficará com a virtude curativa dos medicamentos, evitando os suicídos nestas regiões onde os lençóis freáticos entram em contato com as substâncias.

DOENCAS ENDÊMICAS DE ANIMAIS E PLANTAS

Quando numa região estiver grassando uma doença, uma peste, deve-se identificar a doença, pesquisar a sua homeopatia e colocar nas águas correntes da região onde os animais ou as plantas estão infectados, ao invés de sacrificá-los.

DILUIÇÕES HOMEOPÁTICAS

Foto: Aerofoto Cruzeiro do Sul

Foto de um rio com os seus afluentes em Santa Catarina
As diluições homeopáticas nas águas correntes evoluem numa forma extremamente rápida e de uma forma natural. Quando um curso dágua de menor porte (1) encontra o de maior porte ele está fazendo uma diluição na proporção do volume de água do primeiro para o segundo. (2) Corredeiras, quedas dágua, qualquer desnivelamento gera uma nova sucussão. Um curso dágua que está homeopatizado, quando qualquer gota salta numa pedra, numa corredeira, numa queda, ela, ao cair mais adiante, estará fazendo uma nova diluição.

Por estas explicações, deve-se começar a homeopatizar as águas correntes com diluições baixas como D3 ou D4 ou CH 3 ou CH4, pois em cada confluência haverá uma nova diluição.

Se o curso de água for muito desnivelado, em cada queda, novos respingos, novos gotejamentos, neste momento a natureza estará fazendo novas sucussões e novas dinamizações.

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