A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA E SITUAÇÃO REAL DA SAUDE DO BRASILEIRO O DIREITO ADQUIRIDO. A HISTORIA DA HOMEOPATIA NA CULTURA POPULAR BRASILEIRA
Edição 2004

Modelos de medicina segundo Hahnemann

MODELO HOMEOPÁTICO X ALOPÁTICO ORGANON DA ARTE DE CURAR.

§52 Há apenas dois métodos principais de cura:

“O primeiro, homeopático baseado na criteriosa observação da natureza, na experimentação cuidadosa e na experiência pura, o modelo homeopático (nunca, antes de mim, tinha sido empregado intencionalmente).
O segundo, que não age como o Homeopático, o (heteropático, ou) alopático.
Um modelo se opõe precisamente ao outro.
Somente aquele que não conhece a ambos pode ter a ilusão de que eles possam aproximar se um do outro ou se unirem, podendo tornar se tão ridículo a ponto de proceder ora homeopaticamente ora alopaticamente em seus tratamentos, seguindo a vontade do paciente; trata se de uma criminosa traição à divina homeopatia!”

O DIREITO DE SER SAUDÁVEL

O modelo de medicina oficial, convencional que enfatiza a técnica, o método, o conhecimento, a ciência e o saber para manter a pessoa doente, sem nunca normalizá-la até a morte é o modelo do “ESTADO ASSOCIADO A MEDICINA OFICIAL”.

A igreja esteve durante séculos associada ao estado.

A evolução, a democratização dos países se deu quando o Estado se tornou laico, independente da religião.

Quanto à saúde, hoje, 2004, a medicina oficial, científica, organicista, mecanicista tornou-se associada ao estado. Todos somos obrigados a seguir, a se curvar, ao “Estado + medicina oficial”.

Quem não está ao lado da “medicina oficial” está contra o Estado, contra o país, contra a democracia, segundo alguns médicos homeopatas, que tem denunciado homeopatas não médicos, na polícia e na justi a brasileira.

Hoje vivemos no campo da saúde o estado confessional, estado associado a uma cren a científica de que as doen as são incuráveis, que as doen as tem de ser mantidas através de medicamentos caríssimos, de exames invasivos, de tratamentos agressivos como radioterapia, quimioterapia, que são verdadeiros suplícios e torturas a que as pessoas são submetidas, em face de terem de aceitar o “estado confessional, medicina científica associada ao estado, sem outra opção pela pessoa”.

A pessoa depende do MÉDICO, do médico ditador, do médico general: “Ou você cumpre o que estou lhe dizendo ou eu não garanto pela sua vida”.

Quem não se curva a tal arrogância, a tal poderio superior do policial ou do soldado? Quase todos se curvam: “Amém, excelência, amém doutor, vou fazer tudo direitinho como o Senhor me receitou”. Mas, a doen a permanece, a pessoa cada vez mais frágil, menos lúcida, mais dependente da ajuda de familiares, de gastos, de exames, de remédios, de interna ões, mais dependente dos outros e o DOENTE cada vez mais doente, embora fa a tudo o que lhe foi ordenado.

Afirmar-se que não existem doen as incuráveis é contra a democracia, contra o Estado-medicina. Esta afirmação abala a ordem governamental dos modelos oficiais vigentes, abala a GESTAPO. Os mo os do DOI-CODE, já vão logo dizendo: “Vamos prendê-lo, ele está subvertendo a DEMOCRACIA-MÉDICA, ele é contra o ESTADO MEDICINA”.

O modelo hipocrático-hahnemanniano, associado a teoria dos miasmas, faz a pessoa conectar com os seus traumas, revivenciar as suas dores, a sua desilusão de amor e logo em seguida a doen a, o tumor, a inflamação vai-se esvaindo, a pessoa se normalizando, ficando feliz, tornando-se produtiva, aproximando-se de Deus. Mas, aquele que prega, que divulga este modelo no Brasil, é tido como um subversivo do “Estado+Medicina Oficial”, precisa ir para a cadeia.

(José Alberto Moreno - Homeopata não médico).

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